A leitura é uma fonte inesgotável de prazer...
Carlos Drummond de Andrade
Olá gente atitude,
Pois é, hoje eu tenho uma dica supimpa de leitura! Em especial para as mulheres, mas para os homens também, pois além de abordar vários assuntos peculiares que interessam também ao homem, ele pode presentear a mulher que tanto admira! Afinal qual é a mulher que não gostaria de ser presenteada com um mimo tão precioso? Digo mimo porque é uma leitura cheia de delicadezas a encantar o universo feminino.
Bom, então vamos parar de enrolar e falar do livro!
O livro "Elas", tem como autor, o escritor Moacir Willmondes. Um grande cronista, admirador do universo feminino.
Eu não sou expert em descrever sinopses ou resenhas, mas posso adiantar que são crônicas que desvendam a aura feminina de um jeito que só lendo para saber do que estou falando!
Ele fala com admiração em todas as formas de mulheres de um jeito sutil e poético, com a leveza de um pássaro livre. As palavras simplesmente deslisam e afagam o "nosso" ego. Sem contar, que vez ou outra tem uma expressãozinha deixando escapar uma pitada de humor com a maior naturalidade, só pra você abrir um mero sorriso enquanto lê!
Uma leitura deliciosa que eu garanto que você vai amar. Pois tem sido o meu livro de cabeceira. E quanto mais eu leio, mais eu tenho gosto em ler. Na verdade, já estou no final deste livro e já de olho nos próximos que estão para sair. Confiram!
Gostoso ler livros que deixam aquele gostinho no ar e aquela vontade de arranjar um tempinho para ler as próximas páginas, não é mesmo? Ao meu ver, esta é a característica principal dos textos do autor.
Então por hoje é isso, pessoal. Boa leitura a todos!
E ao Moacir, quero parabenizar pelo primoroso trabalho. E que venham muitos e muitos outros!
Muito sucesso nessa trilha bonita que inicia.
Deixo um trechinho do livro:
"Ela já aprendeu as artimanhas da conquista. Sabe a peça de roupa que lhe cai bem, sabe a hora certa de ser faceira no caminhar, sabe fisgar com o olhar ou fazer cara feia para afastar, sabe viver."
(Moacir Willmondes- Texto: Desinibidas- pg 78)

