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3 de nov. de 2014

Com a Palavra: Miriam F. Colmán.

A necessidade (e dificuldade) de perdoar



Perdoar: Verbo transitivo direto e indireto que povoa direto (rs) nos lábios de tantas pessoas a sua teoria e falta muito em suas atitudes, ou seja, na prática.
E quem diz que perdoar é fácil, desculpe-me, mas não creio que saiba o que é o perdão verdadeiro.
E é normal acharmos que é fácil, é preciso um discernimento muito grande para saber a diferença entre o perdoar e o desculpar.
Desculpar é que é fácil, não exige tamanha nobreza como o perdão. Desculpamos por coisas pequenas como uma topada sem querer que levamos andando na multidão, uma palavra grosseira que rapidamente nos esquecemos.
Desculpamos coisas grandes também.
Acredito que a maior evidência da desculpa de atos graves é quando na primeira oportunidade que podemos, jogamos na cara a falta que nos fizeram. É quando proferimos a célebre frase com toda determinação: Perdoo, mas não esqueço!



A frase acima pode descrever tanto uma pessoa nobre ou dependente demais. É preciso cautela também com isso, pois das sequências de perdões surgem muitos abusos domésticos, entre outras coisas ruins.
Para perdoar não acho que seja obrigatório voltar a conviver com quem pisou (principalmente se pisou feio) na bola contigo, pelo contrário, penso que se não for alguém muito próximo, como de sua família, que more na mesma casa, o afastamento contribui muito para o leve esquecimento e, consequentemente, aproxima do perdão legítimo.
Perdoar, no meu ponto de vista é se libertar.
Dizem que ao perdoarmos, libertamos ao outro.
Mas vejo que há muitas pessoas que esquecem ou sequer percebem as falhas graves que causam por insensibilidade. Elas não precisam do seu perdão para se sentirem libertas. Não se arrependem, mesmo que depois não entendam quando algo de mau ocorre em suas vidas por não entenderem que colhe-se somente o que se planta.
Perdoar é libertar-se. Libertar-se de ódio, rancor, amargura, mágoas que são doenças que podem acarretar em doenças físicas, que somatizam em nossos corpos e podem ser irreversíveis como as auto-imunes (sim, eu acredito nisso).
O perdão deve ser offline, dentro do seu coração, para que também não vire orgulho e motivo para se vangloriar.
Faz tão bem à alma amar, cuidar, praticar a caridade... Faz bem, mas é um bem que provém do bem.
O perdão é uma dádiva do bem que provém do mau e por isso ele é um remédio tão difícil de se digerir. Dói como uma injeção de Benzetacil, mas cura. Acreditem-me, cura.
Quanto ao perdoar mas não esquecer...
Concordo que perdoar não seja esquecer, mas conseguir lembrar sem sentir qualquer tipo de incômodo, sem sentir mais nada além da libertação de si mesmo.
E conseguir sorrir por essa vitória, pois a batalha mais difícil é a que travamos dentro de nós mesmos.

"A mais alta das vitórias é o perdão". Friedrich Von Schiller

Autoria: Mi F. Colmán
Direitos Autorais Reservados ®

Agradeço a amiga Mi, autora do excelente espaço,  Coluna da Mi, pela autorização da partilha do texto que por sinal, é muitíssimo verdadeiro.

Realmente, sentimentos como rancor, mágoa...corroem todo o lado interno, deixando a pessoa super amarga. Primeiro temos que nos libertar e somente depois, perdoar o outro. 
Sem termos esta clara consciência, ficará superficial e não haverá perdão ou pedido de perdão que faça sentido ou resolva qualquer  pendência, pois tudo perde a validade, ou melhor:valor, quando restam ressentimentos. 
Como o texto deixou muito claro e eu concordo plenamente, se pretende perdoar alguém, faça isso de coração aberto. Faça, antes de tudo, por você.

Um abraço em toda gente atitude, desta amiga!

Lu Nogfer


25 de out. de 2014

Com a Palavra: Alcides Vieira

Brasil, um país de todos

 No princípio eram os índios
Depois vieram os europeus e trouxeram os negros.
Aí veio um rei e trouxe uma biblioteca
Trouxe também o saneamento básico e a sífilis.
Chegou depois a independência com uma história mal contada
De um grito às margens do Ipiranga.
Velho morreu o império 
E vieram os republicanos.
Com eles: Vargas, depois ARENA e MDB. 
No fim de uma ditadura
Fez-se os revoltados do PT.
Se foi antes ou depois, não sei
Mas me lembro de um tal Sarney.
Depois, para impedir que se matassem
O Criador inventou o PSDB,
Pois no PMDB não cabia o grande FHC.
No sétimo dia o Criador descansou ...
Tempos depois, por ganancia, sede e fome de poder
Caim matou Abel
E fizeram de Brasília uma torre de babel.
Apareceu um tal de Fernando
Prometendo acabar com os marajás
Confiscou o dinheiro de todos
E quis governar só para alguns.
O povo, massa de manobra de uma televisão poderosa
Que também fora enganada
Foi às ruas e pediu sua retirada.
Então chegou o Itamar
Seu grande feito foi ir ao Carnaval
E sair de lá de fusquinha
Com uma modelo sem calcinha.
Chegou então o outro Fernando
Aquele que fundou o outro partido
E quase vendeu o Brasil inteiro 
Para grande parte do estrangeiro.
Depois disso veio um operário,
Semianalfabeto e barbudo
E governou para a “classe mais pobre”.
Em seguida veio uma mulher, que não é santa, nunca foi.
E a história continua...
PT e PSDB se enfrentam e se acusam de corrupção
Caem muitas vezes em contradições
E se esquecem de que desde que o mundo é mundo
Convivemos com homens, mulheres e ladrões.

 Autoria:Alcides Vieira
Direitos Autorais Reservados ®

Quero agradecer ao amigo Alcides do blog Abismo Noturno pela autorização para partilhar um texto tão inteligente e bem construído. (Um poeta super talentoso!)
Só assim pra eu conseguir ler sobre um assunto que ultimamente está difícil, engolir!

E não por coincidência, amanha é dia de votação...(De novo? Affff!!!)
Eles se agridem verbalmente na disputa pelo poder, mas sobra para a gente brasileira, decidir...
É muita responsabilidade, mas vamos dar um voto de confiança, né gente? Tem outro jeito?

E que Deus nos acuda!

                                                            

18 de out. de 2014

Com a Palavra: Diná Fernandes

MADA...

São aquelas mulheres que amam além da conta...
Vivem em crise existencial e acometidas pelo ciúme arrebatador, são possessivas e conscientes das suas condições neuróticas, que tumultuam o lar e a vida afetiva.

Tentam de todas as formas dominar e vigiar todos os detalhes, não medem consequências para cobrar do seu amado o máximo de atenção além do seu limite e capacidade de doação!
Vivem a insistir na cobrança  redobrada de carinhos e fidelidade, se pudessem, até respirariam por seu amor.

Tornam-se submissas em todos os aspectos no intuito de sentirem-se penalizadas e abandonadas, mesmo cientes que apenas sufocam, mas, quando escutam o grito de alerta... "Para que não aguento mais"... aí, conseguem entender que estão beirando o fim, por ofertarem um amor excessivo, que em nada contribui para o próprio crescimento interior, e muito menos do parceiro.

E então, quando decidem mudar o quadro e  que é preciso abrir mão desse amor tão doentio para que, como mulher e ser humano que é, possa integrar-se à condição social de pessoa normal, equilibrada, e renovada... para isso terá que isentar-se das neuras, que as levam ao fundo do poço!

(dinapoetisadapaz)
Direitos Autorais Reservados ®

 Quer visitar um espaço de grande qualidade poética? Vá ao espaço: Ventos Poéticosque lá você encontrará outras lindas pérolas!

Quanto as palavras da autora, certíssimas. Ela abordou uma grande e explícita realidade...

Sabemos bem, que o ciúme doentio, também ocorre por parte do homem. E muitas vezes, a situação se torna bastante perigosa em função do instinto mais agressivo. Mas sabemos  também, que a mulher tem mais fibra e calma para controlar a situação e evitar certos desgastes e atropelos. E quando o ciúme se torna doentio por parte dela,  como muito bem ressaltado no texto acima, vira um transtorno, destruindo o relacionamento e abalando toda a estrutura familiar.

O pior, é quando ela age assim por nada. Ou seja, pelos mínimos motivos e por pura neurose consequente da insegurança de si mesma.
Convém saber que estas, são as tolas. Pois "a mulher sábia, edifica o seu lar".

Se ame mais, mulher e não se deixe destruir.
Procure ajuda...

Um abraço a todos, desta amiga!

11 de mar. de 2014

Com a palavra: J. R. Messias

Instinto



Destro nas contendas da vida,
ressabiado pelas armadilhas do destino,
a vida daquele que faz do desejo de amar
não somente um safari fotográfico
mas um exercício de caça e predador
mescla em uma realidade tangencial e intensa,
desejos tímidos, fugas dissimuladas e esperas
agonizadas pelo momento definitivo da captura,
quando não existem caça, predador, presa ou
seja lá o que for, pois nessa cadeia trófica do amor
ambos são o alimento de cada um, numa antropofagia
permeada pelo desejo carnal onde não há                      
possuidor e nem possuído, mas tão somente
o amor, a paixão e o desejo de dois seres
feitos, talhados e esculpidos e lapidados
para amar.

Autoria:  J. R. Messias
Direitos Autorais Reservados ®

Solidariedade é um espaço que há pouco tempo, conheci , mas já me tornei leitora assídua das pérolas que lá se encontram. Uma escrita de muita intensidade e pura essência, onde, ao meu ver, se misturam, a realidade e o romantismo lírico.  Lindo mesmo de se ler e se sentir.
Eu recomendo a todos!


Um forte abraço a todos, desta amiga!


4 de out. de 2013

Com a palavra: Wesley Francis



Super Herói...



Não quero apenas ser feliz. Mas também fazer as pessoas felizes...
A verdadeira e completa felicidade não está no "sou feliz" mas sim no "somos felizes".
Ame, perdoe, tire sorrisos...
Seque lágrimas, abrace, beije, cuide, proteja, ajude, levante, dê a mão, chore também...
Pois um homem que chora, realmente sabe amar...
Não sou um super homem.
Mas posso ser um super herói com os meus super poderes.
Assim como você...

Autoria: Wesley Francis
Direitos Autorais Reservados ®


Um menino talentoso que escreve o blog Clave de Fa  com muita sensibilidade!
Eu super recomendo!

De fato, meu caro amigo. Os verdadeiros sentimentos fazem de nós mais do que super homens. Nos fazem super heróis...


Um forte abraço em todos!

9 de set. de 2013

Com a palavra: Felisberto Júnior.


Equilíbrio...


"A dosagem é a medida natural de todas as coisas, conhecendo cada situação e cada sentimento para nos tornar hábeis em nossa caminhada. Porém,os sentimentos de nosso coração, a perturbação de nossas paixões e a impetuosidade de nossas emoções, dissipam todas essas conclusões...e nos faz adotar um novo paradigma segundo o qual nos sentimos a vontade da forma que somos, e aceitar nossa personalidade como ela é mesmo... A dualidade é intrínseca ao nosso ser e apenas quando a abraçamos é que encontramos o equilíbrio em nossa vida. "

Autoria:  Felisberto Júnior
Direitos Autorais Reservados ®

Este texto vem de um comentário a um dos meus poemas no Asas dos Versos. Achei muito pertinente e por isto estou partilhando neste espaço. E quem quiser conhecer o blog do amigo Felis, clik aqui. Ele escreve muito bem e eu super recomendo!

Obrigada a todos que tem passado por aqui e pelos colaboradores que direto ou indiretamente tem contribuído para belíssimas reflexões neste espaço que é de todos.

Abraços de paz!

Lu Nogfer.

8 de jun. de 2013

Com a palavra: Paulo Tamburro



Nocaute


Não há sol que, ilumine a cavernas profundas que ficam em nós,depois de uma ingratidão que fere e marca feito gado, nosso corpo indefeso, surpreso pego como um olhar de soslaio.
Ninguém está preparado contra a ingratidão e, nem existe antidoto conhecido pois,esta selvageria comportamental,  só ocorre entre aqueles que se confiam mutuamente e depositam confiança extrema portanto,  jamais supõem, numa crença ingênua, que serão alvos do disparo inesperado de tais armas mortais.
Victor Hugo dizia que :  "Os infelizes são ingratos;isto faz parte da infelicidade deles".
Bem , então começamos por aqui, ou seja, eu cometo um ato de desrespeito a terceiros, ignoro tudo que fizeram por mim alheio àquilo que, me amenizou sofrimentos , porque sou infeliz e sendo assim, mais um também terá que ser, farei que outro viva igualmente, o meu  purgatório.
É a mesma história do afogado, que ao tentar salvarmos - e todo profissional desta área sabe disso - ele nos puxa também,para o fundo.
Na infelicidade não existiria nenhuma solidariedade,nada que impeça a contaminação deste vírus cruel,seja pela boca malévola das maledicências , premeditados atos de fofocas ou quem sabe, em práticas dolosas e meticulosamente urdidas em mentes doentias.
É muito vasto o campo no qual a ingratidão pode ser semeada,muito fértil a terra que são escolhidas para a sua reprodução no qual, o sol é usado como combustível do mal e seu calor ao invés de dar vida, queima de forma irrecuperável, extensas lavouras de amizades que jamais terão mais nenhuma colheita.
"A ingratidão provém, com certeza,da impossibilidade do pagamento de uma dívida" diria o escritor Honoré de Balzac em: A Comédia Humana.
Esta é uma obra hercúlea, extensa  e admirável com mais de  noventa e cinco romances nos quais é  retratada a sociedade francesa do século dezenove, muito parecida com todas as outras sociedades, antes e depois daquela sobre a qual, ele escreveu.
Somos todos iguais!
Afinal, humanos de osso , carne e pele até por vezes bronzeadas,  somos todos nós  e, se até as mais colossais rochas sofrem erosões do tempo porque nós não a sofreríamos?
Mas dói e imensamente, isso dói!
A força e o inesperado da violência de uma ingratidão, vinda do lado que menos esperamos é desconcertante.
Nos nocauteia e somos jogados inertes na lona fria dos ringues da vida, sem sabermos sequer o nome do golpe que sofremos e a sua razão, como se aliás, pudêssemos  sentir menos,ou ficarmos menos revoltados, se o golpe fosse menos sujo.
Portanto,nunca é menos pois, sempre nestes casos é muito mais!

Autoria: Paulo Tamburro
 Direitos Autorais Reservados ®

É verdade meu caro, tudo que disse e principalmente quando disse que "não existe antidoto conhecido" para combater o mal das tantas indelicadezas usadas a pulso forte. E revidar com a mesma moeda seria trocas desgastantes, talvez... E por vezes, é nesses nocautes que aprendemos a praticar o desapego.  Quase tarde mas nunca o é!

Quero agradecer ao amigo Paulo por esta pérola que pude partilhar aqui.
Um cara sensível e dono de uma avantajada inteligência. E portanto , além de escrever o blog Falando Sérioescreve muitos outros. Todos de excelente qualidade! Confiram.

A todos, o meu abraço!


Lu Nogfer


18 de fev. de 2013

Com a palavra: Marilene.

O AVISO


Minha casa é inabitável,
Está cheia de fantasmas
Com os quais já aprendi
A conviver
Não olhe, furtivamente,
Pelas frestas das janelas,
Não verá o que dentro dela
Posso estar a esconder
Não ultrapasse sua porta
Por mera curiosidade,
Só encontrará um labirinto
Onde guardo o que sinto
E que é só meu, de verdade
Não tente ler seus espaços,
Não há mapa a indicar
Até onde vai chegar.
E se neles se perder
Nunca mais vai retornar
Ao seu jeito de viver

 Autora: Marilene 
Direitos Autorais Reservados ®

O blog Momentos fragmentados.  é um espaço que proporciona uma excelente leitura! 
Recomendo a todos!


Concordo plenamente com o contexto...
Cada um conhece os próprios fantasmas. Há quem não se contente em estar de fora e tente olhar pelas frestas de nossas janelas ou adentrar pelas nossas fechaduras. Vãs tentativas que surtem efeitos geralmente contrários. As casas internas são habitáveis tão somente pelos seus donos e fantasmas que ora os assombram, ora os são necessários. 

Abraços a todos desta amiga!

Lu Nogfer


25 de nov. de 2012

Com a palavra: Moacir Willmondes

Beliscão...


Dentre todas as frases que um homem pode ouvir da mulher amada, há uma que é um tiro de misericórdia no morto que ainda respira: vamos dar um tempo!

Um iceberg habita essa frase.

Quando o homem se torna um desatento reiterado dos sinais do tempo na arte de amar, e adquire um dissimulado ouvido nas discussões da relação, se tornando um míope no romantismo das palavras e atitudes, está, na verdade, levantando a bola para ela cortar com essa frase: vamos dar um tempo!

Triste frase, frase de uma figa, beliscão feminino, tapa na cara, aí, como dói!

Senha para noites solitárias, encurtadora de cobertor. Transforma a cama num campo de futebol para uma partida de um homem só, a bola não rola e se rola é num campeonato monótono em partidas de cinco contra um...

E não adianta ficar amigo de Freud para tentar responder à pergunta: “afinal, o que querem as mulheres?”

Há que se descobrir, caros concidadãos, não há receitas prontas, cada um descobre com ajuda delas mesmo o elixir de homeopáticas doses do combate ao mal da desatenção.

Talvez valha a pena começar pela dedicação nas coisas simples: um abrir de porta; um elogio quando ela displicente lambe a tampa do iogurte; a voluntariedade para pegar algo que ela deixou cair; nunca deixar de notar a mudança no corte ou cor dos cabelos dela; não reclamar da indecisão delas diante do cardápio, do guarda roupas ou da vitrine; surpreendê-la com uma lembrancinha fora do aniversário conta pontos, lembremos o exemplo de Fabiano, personagem de 'Vidas Secas', que mesmo pobre de marré-de-si sempre que ia à cidade trazia um corte de pano para sua amada; um sutil beliscão nas nádegas quando ninguém está olhando na rua; um palavrãozinho sussurrado no ouvido na fila do cinema; um telefonema ou torpedo inesperado no meio da tarde; um bilhete escrito “eu te amo” deixado escondido no bolso dela; uma massagem nos pés no final do dia, nas costas e no ego sempre; induzir as serotoninas dela com chocolates nos dias de TPM; uma flor colhida na rua quando for encontrá-la (se ela gostar de flores vale um buquê inteiro, abra uma conta no florista como recomendava o mestre Vinícius).

É, compatriotas, percebo que o aprendizado na estrada do amor nunca tem fim. Mas não carece de sacrifícios, quando se ama se torna uma dedicação gostosa essa de estar atento aos anseios da amada, qual um anjinho em público e um diabinho entre quatro paredes.

Carece abrir os olhos. Não somente isso, abrir o coração, a boca, os ouvidos, os bolsos, até.

E nada de achar que para elas basta orgasmos múltiplos uma vez por semana, elas querem mais que ir às nuvens, querem roda gigante, montanha russa, balanço na sombra de uma árvore, querem descobrir o que nem mesmo elas e nem nós ainda sabemos de todo: a intensidade da vida.

Autoria: Moacir Willmondes
Direitos Autorais Reservados ®


Partilhando esse texto com prévia autorização do autor. Pois gostei muito deste "se liga!"
Gosto muito do jeito e da clareza com que o Will se expressa em seus textos. Um  cara super inteligente, talentoso...sobretudo sensível!
Confira no 

A mulherada é sensível por demais! Ate as coisinhas mais bobas e simples contam ponto para elas, mas infelizmente passam despercebidas aos desavisados,  deixando a relação muito a desejar.

Por hoje é isso.

Forte abraço em todos, desta amiga!

17 de out. de 2010

Com a palavra: Marisa Mattos

Olá gente atitude!

Hoje quero deixar um texto escrito por uma nova amiga do atitude !
Um texto que achei super, ultra, mega bacana e cheio de atitude!

E você que segue este blog, ou não,  não se surpreenda se eu bater em sua porta para pedir permissão para partilhar o seu texto atitude aqui e fazer parte do novo marcador do blog.

Acho que esta é uma forma bacana de espalharmos boas lições e divulgarmos uma boa leitura.

E por favor galera: Cada vez que fizermos isto, vamos atribuir os devidos créditos. Pois o plágio, definitivamente não é uma bonita atitude!
Então, é isso.

Boa leitura a todos!

A justiça é cega, ou depende da conotação?

A gente sempre ouviu essa frase imaginando que Dona Justiça era tão perfeita e incorruptível que conseguia distinguir entre o bem e o mal, o certo e o errado.

Que sua atuação era para todos indistintamente.
Aquela senhora posuda, de olhos vendados e espada na mão me davam sempre a certeza de que se eu precisasse... ela ACONTECIA...
Hoje, estou achando que madame está precisando tirar as vendas,se levantar da cadeira e tomar uma atitude...
Caramba... os critérios de justiça estão totalmente invertidos: pune-se quem fala a verdade, quem vai contra as mentiras e desmandos da elite brega e dominante e privilegia-se o puxa-saco negligente e bonachão.
Desencanta-se aquele outro que percebe que parece não mais valer a pena ser sério e leal, pois descartável que é facilmente outros podem ser colocados em sua função, pois afinal essa coisa de “apego” é falta de profissionalismo.
Crianças são entregues à mercê de mães (ou pais) inconsequentes, imaturos, sem caráter e desprovidos de qualquer sentimento de amor e de bons exemplos, sem ir a fundo no que é melhor para elas sem realmente sondarem-se os verdadeiros interesses ocultos nas “entrelinhas” dos envolvidos.
Quem educa para o correto está errado e sofre punição: não se pode isso... não se fala aquilo....
O relapso é premiado enquanto o dedicado é rejeitado.
Camuflam-se posturas, colocam-se “dedos em narizes” pra mostrar quem é que manda e tudo isso em nome da... JUSTIÇA...Ando me sentindo mal e desconfortável...2010 foi o ano em que fui obrigada a rever conceitos,avaliar amizades,analisar posturas e principalmente me auto avaliar,reciclar-me mesmo, pois estou achando que tem coisa que não esta mais valendo a pena.
Dona Justiça... to precisando de colo...de carinho,de sua ajuda...
Diga-me o quanto equivocada estou, por favor, clareie minhas ideias, pois to vendo o crime compensar, o mal vencer o bem todos os dias, o rico cada vez mais rico e o pobre sempre mais pobre e pior: achando que as migalhas espalhadas ao vento são sinais de bondade e de vontades igualitárias do opressor espertalhão... É dona moça....nós mulheres...estamos mais moderninhas,viu?
Encurtamos nossas saias, arma só se for pra seduzir, e vendas nos olhos?
Ah... que nada... ficamos bem mais charmosas com lindos óculos de sol que além de nos embelezar não nos tapa a visão...
A propósito da citação da modernidade feminina não sei se enxergaste (rs..rs..) que estou querendo mostrar que ela nos ajudou a descobrir que somos fortes, poderosas e inteligentes e que “aqueles” nossos algozes de outrora, só nos servem no máximo como companheiros, parceiros...
Estou tentando te deixar nosso exemplo, eheheh.. desculpe a pretensão...
Minha senhora... não tome minha escrita como falta de respeito...é que preciso entender melhor essa coisa toda pra continuar achando que ainda és mulher séria,de caráter ilibado e impoluto e ainda muito família...

Por Marisa Mattos
Direitos Autorais Reservados ®

Bárbaro, não?!
Não argumentarei sobre o assunto dentro da postagem para não quebrar o clima da intensa leitura! Porém, comentarei na página de comentário apenas como leitora.

Abraços e até mais.

Lu Nogfer